Robôs com traços femininos são associados a tarefas domésticas


Estudo mostra que estereótipos sexistas também existem na tecnologia

 

 

Rosie – Reprodução/Hannah Barb
Rosie - Reprodução/Hannah Barbera

Um estudo publicado no “Journal of Apllied Social Psichology” pelos psicólogos Friederike Eyssel e Frank Hegel, da Universidade de Bielefeld, mostra que estereótipos de homem e mulher também são aplicados a robôs.

O estudo foi conduzido com 60 estudantes – 30 homens e 30 mulheres – da mesma universidade, que foram apresentados a um robô com traços femininos e outro com aspectos masculinos.

Os alunos tiveram de atribuir uma série de tarefas que eles acreditavam combinar mais com cada uma das máquinas. A maioria associou o “robô homem” a trabalhos como proteger a casa; e a “robô mulher” a atividades como cozinhar.

Para Eyssel, o resultado mostra “como os estereótipos dos gêneros sexuais parecem estar profundamente enraizados”.

Os pesquisadores notam que os resultados podem ser vistos de duas formas: a intenção social de diminuir os estereótipos utilizando a tecnologia para quebrar as expectativas;  e a busca para facilitar a integração entre homem e robô aproveitando os estereótipos para as máquinas soarem mais naturais.

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