Como montar um CPD?


Como montar um CPDAntes de abordar como montar um CPD, vamos fazer uma rápida introdução. O termo CPD é bastante genérico no mundo da TI e neste artigo vamos focar sobre dicas para montar um Centro de Processamento de Dados, um local físico em qualquer empresa onde são concentrados todos os servidores e serviços de tecnologia importantes para o gerenciamento da informação.
Hoje temos disponíveis CPDs de diversas proporções, desde o pequeno escritório até grandes empresas que evoluiu para o famoso datacenter. Aqui, vamos descrever algumas dicas para montar um CPD básico para suportar as necessidades de um ambiente tecnológico.
Mas, por que montar um CPD? Dentre as principais respostas, cita-se: segurança de acesso a informação, organização da estrutura de informática, aumento da disponibilidade dos serviços, boas práticas de gerenciamento da TI da empresa e até por uma questão estética (afinal ter um monte de máquinas cheias de fios e equipamentos de rede em cima de uma mesa no meio do escritório não é nada apresentável).

O espaço físico
O tamanho do local para suportar a estrutura de TI varia de acordo com o número de servidores e de recursos humanos que possam estar trabalhando dentro do mesmo ambiente. Mas, para uma empresa com alguns servidores, uma sala de 3 metros de comprimento por 3 metros de profundidade atende bem. Em alguns locais, com um número de servidores menor, você pode ter salas ou espaços físicos menores para acomodar precisamente um ou dois racks para os equipamentos.
Como sugestão, é importante garantir que haja espaço físico suficiente para que os técnicos possam se movimentar em uma eventual manutenção sem riscos de desligar algo inesperado por um problema de espaço muito limitado.
Se possível, mantenha a sala sempre fechada e trancada após o expediente, para dificultar o acesso de curiosos.

A energia elétrica e nobreak
Embora os administradores de rede não tenham excelência na parte elétrica, para a montagem de um CPD pequeno sugerimos dois circuitos elétricos independentes dentro da estrutura. Com isso evitamos sobrecarregar um único circuito elétrico simples com todos os equipamentos e podemos balancear os mesmos em circuitos diferentes. Por exemplo, poderíamos ter uma sala com dois racks, com quatro servidores cada um, onde os racks são ligados em circuitos elétricos diferentes.
Quanto ao nobreak, este é um equipamento indispensável para garantir a integridade do hardware e do software contra quedas na rede de energia elétrica. Falar sobre qual é o nobreak mais indicado é um assunto que renderia outro artigo, pois há muitos fatores que contam: quantidade de equipamentos e o quanto consomem de energia no total, autonomia esperada das baterias, orçamento disponível para investir nesses equipamentos.
No entanto, para uma segurança simples contra quedas rápidas de energia, vale um ou dois nobreaks inteligentes, isso é, que possam desligar os servidores automaticamente quando a bateria estiver muito baixa.

A internet
Com cada vez mais serviços críticos na nuvem, o link de Internet é um dos principais itens que compõe a infra estrutura da rede. Tanto para soluções de links de Internet de baixo custo no mercado até links corporativos dedicados, a idéia é aumentar a disponibilidade o máximo possível.
Para isso, procure ter sempre dois links de Internet disponíveis no seu ambiente, configurados em um roteador que tenha recursos de balanceamento de carga e auto fail-over, ou seja, que possam repassar toda a demanda de link de Internet da rede interna para um link secundário em caso de indisponibilidade de um link primário.
Na questão do cabeamento no CPD, certifique-se que a provedora do link de Internet possa conduzir o cabo de internet junto com o modem até o espaço físico designado. Caso eles não façam isso, você pode contratar os serviços de um especialista em cabeamento estruturado de rede.

A temperatura ambiente
Para um ambiente pequeno, pelo menos um ar-condicionado que forneça temperatura média de 18° C na sala do CPD. Se houver a possibilidade de um ar-condicionado secundário será muito válido para casos de algum problema no ar principal.
Importante reforçar que o tipo de equipamento e a temperatura podem variar de acordo com o número de equipamentos e a quantidade de calor que é emitida, por isso, em caso de muitos equipamentos, procure um especialista que possa recomendar qual aparelho é mais indicado para suas necessidades.
Solicite que a instalação do ar-condicionado não seja feita acima do rack que suportará os serviços, pro caso de algum vazamento não danificar os equipamentos. Caso não seja possível, mude a posição do rack(s).

O rack
O rack, feito geralmente de ferro, aço ou outros metais, é um suporte para acomodar todos os seus servidores, equipamentos de rede (switch, roteador), periféricos (monitor, teclado, unidade de backup).
Há diferentes tamanhos e acessórios disponíveis. Uma boa solução são os racks de 40 Us, o que equivale a 2,2 metros de altura e com até 1 metro de profundidade. Esta medida suporta nobreak, quatro servidores de torre, monitor e outros periféricos, e alguns equipamentos de rede além de manutenção simples.
Mas este tamanho pode variar de acordo com o número de servidores e o tipo deles, por exemplo, um servidor projetado para rack ocupa bem menos espaço que um servidor de torre, embora possam custar 20% ou mais em relação ao modelo padrão.
Outros recursos importantes ao adquirir um rack é verificar se possui quatro ou oito réguas de energia já fixadas, bandejas móveis, cooler de exaustão no topo do rack pra dissipar o calor gerado internamente.
Para aquisição, é muito comum a empresa especializada em cabeamento estruturado ter parcerias com o fabricante deste produto. Assim, a cotação, compra e montagem geralmente é intermediada por quem cuidada do cabeamento da sua rede.

Conclusão
Ensinamos como montar um CPD de forma simples – preparar a instalação de um CPD básico não é difícil. A definição do espaço físico, energia elétrica, ar condicionado, internet, rack e cabeamento de rede são os elementos básicos de infra estrutura para poder ligar os servidores que gerenciam sua informação com tranqüilidade e segurança.
A última dica é conseguir integrar todas as partes envolvidas no momento de iniciar a tarefa, pois você vai precisar de eletricista, técnico em ar condicionado, especialista em cabeamento e telefonia, o administrador da rede ou a empresa gestora da sua TI.
Aliás, uma boa prestadora de serviço de TI possui sempre profissionais especializados que podem gerenciar o projeto de implantação do seu CPD, integrando todas as partes envolvidas.

Contingência de Internet – Link dedicado ou ADSL?


Como montar uma contingência de Internet

Por Bruno Chicon Gonsalves

Hoje em dia, a Internet se tornou tão indispensável para as empresas quanto à energia elétrica ou o telefone, porem a disponibilidade do serviço ainda não é tão confiável quanto aos outros serviços. Links de Internet ficam fora do ar, podendo causar um enorme prejuízo para sua empresa.

Uma das soluções para este problema é obter um link dedicado, prestadores deste serviço garantem 99,98% de disponibilidade, entretanto esse serviço possui um custo muito alto para uma pequena ou media empresa.

A melhor maneira de se prevenir é ter mais de um link de Internet na sua empresa, se possível um dedicado e outro ADSL, porém ter mais de um link não basta para lhe dar garantias de disponibilidade. É necessário que haja roteamento automático entre os links em caso de falhas. Porem pagar por uma contingencia e não usar é desconfortável.

Não seria ótimo poder balancear os links e usar os dois ao mesmo tempo?

Por sorte há soluções de baixo custo no mercado para a sua pequena ou média empresa.

Neste artigo, abordaremos as vantagens de utilizar roteadores (Gateway de Internet) que oferecem este tipo de recurso como Load Balance, Failover, Failback e etc.

O que é Load Balance

Com este recurso, podemos dividir a carga do acesso entre links distintos, definindo por qual link queremos que uma determinada requisição ou serviço trafegue. Ex.: Todo o trafego de email será pelo Link A e todo o acesso a Internet pelo Link B. Conforme ilustrado na figura abaixo.

Contingência de internet

Caso algum dos links de Internet fique indisponível, todo o trafego é redirecionando automaticamente para outro link distinto, este processo é chamado de Failover.

O que é Failover

É a capacidade de transferir automaticamente o trafego de um link para outro em caso de uma falha ou indisponibilidade de um dos links. O failover acontece sem intervenção técnica. As requisições de acesso a Internet são automaticamente equilibradas com base no peso (Weight Value) de cada Link. No caso de um dos links ficar indisponível, todo o trafego de dados é redirecionado para o outro link, evitando assim a perda de pacotes IP. Conforme ilustrado na figura abaixo.

O que é Failback

Envolve o processo de volta a normalização do trafego dos links, antes do failover (antes da falha). A restauração do serviço no momento em que o link com falha volta à normalidade. Este processo é automático e sem a intervenção técnica.

Melhorar a Internet para todos

Alem dos serviços citados acima, como o Load Balance que permite distribuir para links de Internet distintos o tráfego da rede, aumentando a velocidade de acesso e o Failover que diminui as chances da sua empresa ficar sem Internet e prejudicar seu negocio. Também podemos utilizar o serviço de Qos (Qualidade de serviço) que é utilizado para garantir banda para um determinado serviço ou recurso essencial para seu negocio. Desta forma conseguimos aperfeiçoar o acesso a Internet, utilizando os links simultaneamente.

Ataque pode ter quebrado anonimato da rede da Deep Web


 

O Tor, serviço de rede famoso por oferecer privacidade e anonimato aos seus usuários emitiu um alerta avisando que sofreu um ataque com o objetivo de revelar a identidade das pessoas do serviço. A fundação diz que qualquer um que usou a rede entre fevereiro e 4 de julho deste ano devem assumir que foram afetadas.

De acordo com a entidade, no entanto, provavelmente não se trata de uma tentativa de roubo de identidade, ou até mesmo de vigilância governamental. O Tor crê que o ataque veio de pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, pela equipe de respostas a incidentes de segurança.

Em uma conferência Black Hat neste ano, o grupo cancelou uma apresentação onde falariam sobre a possibilidade de “desanonimizar” o Tor, dando a entender que haviam conseguido algum jeito de burlar a criptografia do sistema. O ataque em questão pode ter sido realizado por eles para mostrar a possibilidade, embora a equipe ainda não tenha confirmado.

Ainda não se sabe, no entanto, a quantidade de dados recebidos e armazenados que foram “desenterrados” pelo ataque, mas o Tor não é otimista. “Se o ataque foi realmente relacionado à pesquisa feita pela Carnegie Mellon, então, a julgar pelo resumo da pesquisa escrito para a apresentação, o ataque conseguiu desanonimizar usuários e serviços escondidos”, diz Runa Sandvik, porta-voz do Tor Project ao Gizmodo.

Se realmente o ataque for resultado de pesquisa acadêmica, esta é a melhor das possibilidades para quem quer manter o anonimato na rede. No entanto, se isso aconteceu, significa que outras pessoas com más intenções, ou então governos, poderiam fazer o mesmo, e talvez até já tenham feito.

Via Gizmodo

Hacker usa caixa eletrônico para rodar o jogo clássico Doom


 

Hackear um caixa eletrônico normalmente é algo que pode resultar em sérios problemas jurídicos, mas um australiano o fez de uma forma divertida. Ed Jones, que atende pelo apelido de Aussie50, conseguiu transformar a máquina em um árcade capaz de rodar o jogo clássico Doom.

Em um vídeo divulgado no YouTube, Jones agradece a seu colega Julian por resolver questões de software, cabeamento e lógica. Fica a dúvida sobre como ele conseguiu ter acesso a uma máquina do tipo para poder brincar e se ele tinha qualquer outro objetivo de hackear pelo prazer de hackear.

Ele diz que conseguiu transformar o teclado do caixa em um controle e utilizar o painel lateral como maneira de selecionar as armas. Ed Jones também diz que a impressora do recibo seria capaz de imprimir a sua pontuação ao final do jogo.

Nos comentários do vídeo no YouTube começaram a surgir pedidos para outros jogos, como Minecraft. O hacker, porém, diz que não quer mexer muito no hardware original para possibilitar a execução de jogos mais novos. Isso porque o caixa não tem um slot PCI Express, então é difícil trocar a placa de vídeo ou a memória RAM.

Você pode conferir sua peripécia no vídeo abaixo. Ao entrar em seu canal no YouTube, você também pode assistir a ele jogando Doom em outras plataformas esquisitas como um outdoor de LED.

 

 

 

 

PS4 agora tem suporte a filmes em 3D


 

Quem pode contar com um PlayStation 4 em casa agora também poderá assistir a Blu-rays em 3D com o console.

A Sony anunciou a disponibilidade da versão 1.75 do sistema, que traz o suporte aos filmes tridimensionais.

A liberação dessa atualização começou pela Europa nesta terça-feira, 29, e logo ela deve estar disponível a todos que têm o console.

Garoto de 12 anos troca escola por desenvolvimento de games


Sam Smith tem 12 anos, mora na Inglaterra e trabalha como desenvolvedor de jogos. Ele é o criador do “Spacepants”, jogo disponível por US$ 1 para Android e iOS em que o personagem escala as paredes de um quarto desviando de obstáculos como lagartas e lasers. Além de já ganhar seu próprio dinheiro (o valor não foi revelado), outra coisa diferencia Sam dos garotos de sua idade: há três anos ele não frequenta a escola.

O desenvolvimento do game começou como uma brincadeira. Filho de programador, Sam começou a mexer com o GameMaker: Studio, ferramenta para iniciantes que permite a criação de jogos. Segundo o pai do garoto, que o incentivou, games são as melhores ferramentas de aprendizagem para os seres humanos.

Desde os 9 anos o garoto estuda em casa, aprendendo matérias como matemática, ciências e artes com seus avós, pais e tutores. Para criar o “Spacepants”, foram necessários dois meses de testes e uma mãozinha do pai. Deu certo: de acordo com o ranking do aplicativo, mais de 1.000 pessoas o jogam atualmente.

Quando questionado sobre o fato de o game ser pago, Sam responde que não gostaria que seu jogo fosse inundado por anúncios e compras dentro do aplicativo. Ele afirma também que já sabe o que quer fazer quando crescer: continuar a desenvolver jogos pelo resto da vida. E o próximo já está sendo idealizado: um app onde o jogador é um robô.

Veja como funciona o Spacepants:

Os 7 smartphones mais caros do Brasil


Grande mercado consumidor, o Brasil se notabiliza também pelos preços salgados que aplica nos smartphones que vêm de fora, em função da alta carga tributária. Com a chegada de mais um modelo top de linha ao país, o LG G3, resolvemos atualizar a lista dos mais caros. O critério? A versão mais barata de cada aparelho (geralmente com 16 GB) vendida na loja mais barata recomendada pela fabricante, portanto, nas revendas oficiais.

Fica, então, a lista. Não deixe de conferir os preços praticados nos Estados Unidos, publicados logo abaixo de cada imagem.

1) Apple iPhone 5S 16 GB – R$ 2.800

Costumeiramente cobrando preço premium, os smartphones da Apple tendem a estar no topo das tabelas de preços do Brasil. Nos EUA, o 5s, sem contrato com operadora, custa US$ 649 (R$ 1.440).

2) Nokia Lumia 1520 16 GB – R$ 2.600

O maior Lumia do mercado e único smartphone Windows da lista tem também um preço alto no Brasil. Nos EUA, porém, custa US$ 549 (R$ 1.220)

3) Sony Xperia Z2 16 GB – R$ 2.500

O Xperia Z2 fica um pouco abaixo do iPhone, custando 300 reais a menos. Nos EUA, sai por US$ 699 (R$ 1.551), sendo mais caro que o rival da Apple fora do país e mais barato por aqui.

4) Samsung Galaxy S5 16GB – R$ 2.400

O terceiro da lista é o Galaxy S5, com especificações parecidas, em boa parte, com as do Xperia Z2. Nos EUA, sai por US$ 599 (R$ 1.330).

5) LG G3 – R$ 2.300

Novo lançamento da LG, o G3, é o quinto lugar da lista, mesmo possuindo tela de 5,5 polegadas com resolução 2560×1440. Nos EUA, custa US$ 690 (R$ 1.530).

6) Sony Xperia Z Ultra 16 GB e LG G Flex 32 GB – R$ 2.200

Empatados no sexto lugar estão Xperia Ultra e G Flex, que possuem designs diferentes: o Ultra é completamente reto com uma tela de 6,4 polegadas, enquanto o Flex é curvo, com tela também enorme, de 6 polegadas. Nos EUA, custam US$ 430 (R$ 953) e US$ 490 (R$ 1.087), respectivamente. O LG G Flex é o único smartphone da lista com 32 GB de armazenamento, por não possuir um tamanho menor e não ter expansão de memória via MicroSD.

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