Sony apresenta o Xperia M, seu novo smartphone dual-sim


Aparelho conta com hardware intermediário, suporte a dois chips e deve chegar em várias cores diferentes

 

Novo aparelho da Sony chega em quatro cores diferentes (Fonte da imagem: Divulgação/Sony)

 

A Sony aproveitou o Twitter oficial dos seus produtos da linha Xperia para anunciar a chegada do mais novo integrante da família: o Sony Xperia M.

Focado em um público intermediário, o gadget não deve encantar ninguém devido ao seu hardware, que é bastante modesto e não apresenta nada de especial. Em contrapartida, a Sony também dá mostras de que quer alcançar todos os tipos de públicos que puder.

Isso porque o novo smartphone contará com suporte a dois chips, ou seja, a companhia japonesa está de olho em seus concorrentes, uma vez que alguns já contam com aparelhos razoáveis e que são capazes de trabalhar com o chamado dual-sim, como a Motorola e a Samsung, por exemplo. Confira um pouco sobre o novo Sony Xperia M:

  • Sistema operacional Android Jelly Bean (4.1);
  • Display de 4 polegadas com tecnologia TFT e resolução de 480×854 pixels;
  • Processador dual-core Qualcomm MSM8227 de 1 GHz;
  • GPU Adreno 305;
  • 1 gigabyte de memória RAM;
  • 8 gigabytes de armazenamento interno, sendo 4 GB livres para o usuário (expansível para 64 GB com cartão de memória);
  • Conectividade HSPA+, Bluetooth e NFC;
  • Câmera traseira de 5 megapixels com LED-flash;
  • Câmera frontal VGA;
  • Bateria de 1.750 mAh.

Aqui, o destaque fica por conta da presença do Android Jelly Bean, um grande ponto positivo. O Sony Xperia M contará com versões “simples” e dual-chip. Além disso, a empresa deve investir também no visual do gadget, pois ele contará com opções em diversas cores, como preto, amarelo, branco e roxo.

Ainda não há informações sobre preços ou uma data específica de lançamento, mas a Sony promete que o smartphone deve chegar às prateleiras de todo o planeta em algum momento do terceiro trimestre de 2013. Ou seja, se você ficou interessado, precisará esperar (pelo menos) até agosto para botar as mãos em um Xperia M

Análise: Motorola Razr D1 é bom para quem busca smartphone barato


Aparelho de R$ 400 tem recursos simples, mas compensa pelo custo-benefício

Razr D1

Kaluan Bernardo

Motorola lançou em março dois smartphones exclusivos para o Brasil: Razr D1 e RazrD3. Ambos contam com boas sacadas pensadas para o gosto do brasileiro de acordo com as características regionais do mercado.

O D1 é o modelo mais fraco, com preço aproximado de R$ 400. Confira nossa análise:

Características físicas

No geral, a ‘cara’ do Razr D1 é bem semelhante ao seu irmão mais potente, oRazr D3. É apenas um pouco menor e 10 gramas mais leve. Ambos são feitos em peça única sem bateria removível.

O smartphone tem tela de LCD com 3,5 polegadas com a fraquinha resolução de ou 480×320 pixels. O equilíbrio de cores é eficiente e ajuda a disfarçar a baixa resolução.

Ele pesa 110 gramas e mede aproximadamente 1 centímetro de espessura,  12 centímetros de altura e quase 6 centímetros de largura. Para se ter noção ele é pouco mais alto e mais largo do que o iPhone 4.

Os acabamentos externos não são dos mais bonitos e não passam segurança. As bordas são feitas de plástico e contam com entrada para os dois chips e outra para um cartão SD. Já a parte traseira, também feita com plástico tem um grafismo que passa mais sensação de segurança, além de aderência – impedindo seu celular de sair andando pela mesa quando ele vibrar.

Sistema Operacional

Razr D1 vem equipado com o Android 4.1.2 Jelly Bean e a Motorola garante que já está preparado para ser atualizado com a próxima versão do sistema operacional.

O aparelho conta com integração aos serviços do Google, como o Google Now, além da barra de busca logo na tela inicial e aplicativos nativos, como o YouTube, Maps, Drive, Gmail Gtalk e Google+.

Apesar de não ser o ‘Android puro’ (saiba do que se trata), o sistema não oferece muitas ‘firulas’ dispensáveis, presentes em outras versões do SO. O D1 tem apenas os serviços básicos e úteis, como GPS, Notícias, Rádio FM e Agenda.

A tela de inicialização também é bem bacana e conta com três círculos: um com a previsão do tempo, outro com horário e mais um com informações sobre a bateria.

Especificações

Um dos grandes atrativos do Razr D1 é, sem dúvida, o fato de ele ter suporte a dois chips, característica considerada essencial para muitos brasileiros que aproveitam os diferentes descontos de operadoras.

Outra característica bacana é a TV Digital. Com uma antena simples e desengonçada, o aparelho recebe sinais de televisão, sempre com bastante eficiência.

O som do alto falante é satisfatório, permitindo assistir a TV ou ouvir música sem fones de ouvido, desde que você não esteja em um ambiente com muitos ruídos.

O aparelho conta com 1 GB de memória RAM e processador simples de 1 GHz. É pouco, mas, pelo preço, é válido. Ele consegue trabalhar com os principais aplicativos sem travar, mas você realmente não pode exigir muito.

A bateria de 1785 mAh é legal. Ela dura menos do que a de outros modelos mais potentes da linha Razr, mas ainda tem um bom desempenho se comparado a aparelhos na mesma faixa de preço.

A memória interna é fraquinha: 4 GB, na prática, apenas 2,3 GB livres. Isso se resolve com o bom e velho cartão SD, aceito pelo smartphone.

Câmera

Há apenas uma câmera traseira de 5 MP, com a qual é possível filmar vídeos a 30 quadros por segundo. Ela vem com com o recurso Back Side Illumination (conhecido como BSI), que melhora a qualidade dos pixels em situações de baixa luminosidade. Além disso, tem High Dynamic Range (chamado de HDR), que melhora a qualidade da imagem ao juntar uma sequência de fotos em uma única figura.

O aparelho não tem Flash, recurso que faz muita falta. Por fim, as lentes possuem foco automático, que funciona de forma bastante competente.

Conclusão

Não dá para esperar muito do Razr D1, mas isso também não seria justo, afinal, ele custa R$ 400, um dos preços mais baixos entre smartphones. Ele é suficiente para fazer as tarefas básicas de um celular inteligente e ainda funciona com 2 chips e tem TV digital.

Flash, câmera um pouco melhor e processador dual-core fazem falta. Mesmo assim, é um bom aparelho para quem não quer gastar muito. No entanto, se você quer um aparelho que pretende usar por mais de um ano sem que ele esteja muito ultrapassado, talvez seja aconselhável juntar um pouco mais de dinheiro e investir no irmão Razr D3.

Ex-funcionários da Nokia preparam smartphone para o fim do ano


Jolla estará à venda apenas na internet, com sistema operacional semelhante ao do N9-00

Jolla

Quando a Nokia adotou oWindows Phone como sistema operacional para seus smartphones, deixou para trás, em 2011 o MeeGo, utilizado apenas no NokiaN9-00 e abandonado logo em seguida.

No entanto, ex-funcionários da empresa finlandesa que trabalhavam em um projeto com a Intel para a criação de um sistema operacional para celulares decidiram recuperar o MeeGo, e o rebatizaram como ‘Sailfish’.

Assim nasceu o Jolla, celular que deve ser lançado no final do ano e vendido apenas na internet. Segundo Antti Saarnio, presidente e co-fundador da empresa, o projeto de desenvolvimento está aberto para a participação de parceiros, inclusive a Nokia. Saarnio inclusive diz ter oferecido o Sailfish para outros fabricantes de smartphones.

O telefone vem equipado com uma tela de 4,5 polegadas e câmera de 8 megapixels. Também suporta a rede 4G, e é compatível com aplicativos construídos para Android. Uma das características destacadas é a parte traseira do smartphone, colorida e que pode ser trocada — o que muda também a interface do próprio sistema, de acordo com a cor da capa.

Smartphone ‘popular’ da Nokia responde como aparelhos top de linha


Asha 501 foi lançado na Índia e surpreende pela experiência de uso similar à dos modelos mais caros

Asha 501
Cesar Schaeffer, da Índia

Com preço sugerido de 99 dólares (algo em torno de 200 reais), a Nokia anunciou nesta quinta-feira o novo Asha 501, em Nova Déli, na Índia. O principal objetivo da marca com o lançamento é incluir novas pessoas no mundo dos smartphones – inclusive por isso, a Índia, um mercado emergente assim como o Brasil, foi escolhida para sediar o evento. A previsão é que o Asha 501 chegue às lojas de mais de 90 países a partir do meio do ano.

Com seis opções de cores, o novo aparelho foca principalmente no público jovem e espera trazer milhões de novos usuários para os telefones inteligentes. A experiência de uso do smartphone surpreendeu; é bastante similar aos aparelhos top de linha, principalmente a velocidade de resposta da tela. Segundo a Nokia, a “mágica” para fazer um processador com apenas 312MHz de velocidade oferecer tal experiência é a engenharia aplicada no desenvolvimento do novo sistema operacional Asha. O 501 é o primeiro dispositivo a rodar a nova plataforma.
O uso é muito intuitivo; arrastando a tela para um lado ou para outro você acessa todos os seus aplicativos e notificações. O Asha 501 pesa 98 gramas, é dual chip, tem tela capacitiva de três polegadas e apenas um botão “voltar”. A câmera tem resolução de 3.2 megapixel e o aparelho traz até um cartão de 4Gb embutido. Mas o interessante é que com um processador de tão baixa potência, a duração de bateria prometida é de 17 horas de conversação e até 48 dias (isso mesmo, “dias”) em stand by.

Reprodução

O curioso é que enquanto em todo o mundo só se fala em 4G, o novo smartphone só opera em 2G; e a Nokia acredita que isso não vai frustar o usuário, uma vez que 80% dos usuários de telefone celulares em todo o mundo ainda só têm acesso ao 2G. Sem data anunciada, a previsão é expandir em um futuro próximo a família com um produto compatível com a rede 3G. O Asha 501 traz conexão wi-fi e também bluetooth.
Outra novidade em relação à engenharia de softwares aplicada está no navegador do novo smartphone. O Nokia Xpress Brower usa a computação na nuvem para otimizar a velocidade de navegação comprimindo até 90% dos dados. Mesmo sem GPS embutido, o aparelho traz uma tecnologia baseada na triangulação de antenas móveis para identificar a localização aproximada do aparelho. Nada preciso como o GPS, mas suficiente para você receber um feed de notícias do local onde estiver, por exemplo.
Por último, mas não menos interessante, no mesmo evento a Nokia anunciou uma parceria com o Facebook. A princípio somente disponível na Índia e na África, haverá uma parceria com as operadoras de telefonia móvel para que o acesso à rede social a partir da plataforma Asha seja totalmente gratuita. Uma estratégia em que as duas gigantes só têm a ganhar.
Na semana que vem você vai conferir em vídeo tudo o que rolou e como foi o lançamento do Asha 501 na Índia. Nossa equipe acompanhou tudo de perto e vai trazer todos os detalhes, entrevistas e uma cobertura completa do evento que, pelo jeito, também interessa – e muito – nós, brasileiros.

* O jornalista viajou a Nova Déli a convite da Nokia

Conheça as especificações do Xperia i1


Dispositivo fruto de muitos rumores deve vir acompanhado por uma câmera fotográfica com um sensor poderoso

 

Conheça as especificações do Xperia i1 (Fonte da imagem: Reprodução/Geeky Gadgets)

Embora rumores recentes indiquem que a Sony está trabalhando em um novo smartphone conhecido como Honami, o produto deve ficar conhecido por um nome diferente nas lojas: Xperia i1. Equipado com o sistema operacional Android, o dispositivo deve contar com um display de 5 polegadas equipado com a tecnologia Triluminous.

Informações vazadas por funcionários da empresa indicam que a novidade deve contar com um processador quad-core Qualcomm Snapdragon 800 de 2,3 GHz, algo condizente com a estratégia que a organização adotou de só investir em aparelhos poderosos. Para completar, a novidade deve vir acompanhada por 2 GB de memória RAM, forma de assegurar um bom desempenho multitarefa.

Especificações do aparelho

  • Processador Snapdragon 800 de 2,3 GHz;
  • 2 GB de memória RAM;
  • Display de 5 polegadas com resolução 1920×1080 pixels;
  • Sensor fotográfico de 16 ou 20 megapixels (valor ainda indefinido);
  • Bateria de 2.700 mAh.

Ao que tudo indica, o grande destaque do aparelho vai ser a sua câmera fotográfica, que pode contar com um sensor de até 20 megapixels. Além disso, a novidade pode já vir acompanhada pela versão 4.3 do Android, cuja data de lançamento ainda não foi anunciada oficialmente pela Google.

100 milhões de Windows 8 já foram vendidos


Sistema operacional se iguala à versão anterior, apesar da descrença do mercado

windows 8

Cem milhões de licenças doWindows 8 foram vendidas nos primeiros seis meses após o lançamento do mais novo sistema operacional da Microsoft.

A quantidade, revelada pela companhia na última semana, está em linha com os números atingidos pela versão anterior do SO, apesar de o Windows 8 não ter entusiasmado o  mercado.

“Ele é perfeito? Não. Há coisas que precisam ser mudadas? Absolutamente. Estamos muito realistas sobre o que precisa mudar e como mudar isso, de uma forma pensada e rápida”, declarou à Reuters Tami Reller, codiretora da unidade Windows.

Ela confirmou que até o fim do ano a Microsoft vai liberar uma atualização para o Windows, a chamada Blue, cujos detalhes serão divulgados nos próximos meses.

Galaxy Mega: confira nossas primeiras impressões sobre o smartphone


Aparelho que chegará às lojas em julho é maior do que o Galaxy Note 2 e traz hardware mediano.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

 

Como você deve ter lido anteriormente aqui mesmo no Tecmundo, a Samsung realizou um evento na última terça-feira (30 de abril) no Rio de Janeiro para lançar oficialmente o Galaxy S4 no Brasil. Contudo, a surpresa da noite foi realmente o anúncio de outros dois gadgets que chegarão em breve ao território brasileiro para fortalecer ainda mais o portfólio de produtos da empresa sul-coreana.

Um desses dispositivos é o Galaxy Mega, novo smartphone da linha Galaxy voltado para quem não acha o Note 2 grande o suficiente. Dotado de um display de 6,3 polegadas, o aparelho não traz configurações muito impressionantes, mas pode ser uma alternativa plausível para quem deseja uma tela ampla para assistir a vídeos e rodar jogos mais simples.

Confira as especificações completas do modelo que chegará ao Brasil em julho, com o preço sugerido de R$ 1.999:

  • Display de 6,3 polegadas de alta definição (TFT);
  • Processador dual-core de 1,7 GHz;
  •  Armazenamento interno de 8 GB (expansível com cartão microSD de até 64 GB);
  • 1,5 GB de memória RAM;
  • Câmera traseira de 8 MP e frontal de 1,9 MP;
  • Sistema operacional Android 4.2 Jelly Bean;
  • WiFi b/g/n/ac, WiFi Direct, Bluetooth 4.0, NFC, LTE (4G);
  • Bateria de 3200 mAh.

 (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Bons recursos e câmera satisfatória

Segurar o Galaxy Mega chega a ser uma sensação um pouco estranha. O aparelho é realmente grande e difícil de manejar eficientemente com apenas uma mão, embora seja bem fino (8 mm) e leve (200 gramas). Seu design segue o mesmo estilo dos outros integrantes da família Galaxy e não chama muito a atenção.

Na parte de software, temos alguns recursos bastante interessantes e que provavelmente passarão a fazer parte de todos os produtos telefônicos da Samsung, como o S Translator (tradutor em tempo real), o Group Play (centro de compartilhamento de arquivos multimídia) e o Multitela (possibilidade de trabalhar com dois aplicativos abertos ao mesmo tempo, dividindo o display em duas ou mais regiões).

Além disso, vale lembrar que o Mega também conta com a tecnologia Air View, que permite abrir conteúdos somente apontando o dedo para tela (sem precisar efetivamente tocá-la).

A câmera traseira também não decepcionou: mesmo em um ambiente escuro como o disponibilizado para os testes, pudemos tirar fotografias com uma qualidade razoável. A frontal, embora apresente bastante ruído e não seja tão eficiente com pouca luz, é mais do que o suficiente para realizar chamadas de vídeo a partir de programas como o Skype.

 (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O hardware poderia ser melhor

Embora não tenha sido possível fazer testes de benchmarking ou rodar jogos pesados no aparelho de demonstração, não é exagero dizer que o hardware do Galaxy Mega é um pouco decepcionante. Apenas 1,5 GB de memória RAM é muito pouco, e o processador também está longe de ser um top de linha.

Além disso, se a companhia sul-coreana estivesse realmente com o objetivo de fazer um aparelho propício para a reprodução de filmes, talvez valesse a pena investir em um display Full HD. Essa seria uma característica que certamente impulsionaria algumas pessoas a adquirir um celular que mal cabe no bolso.

 (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Será que vale a pena?

Em suma, podemos dizer que o Mega se mostrou um aparelho interessante, mas que dificilmente vale R$ 1.999. Além disso, trata-se de um gadget voltado para um público bem específico; embora a Samsung categorize o produto como “um novo conceito de smartphone” (e não como um phablet), é pouco provável que o tamanho avantajado e o hardware mediano agradem a um número razoável de pessoas.